Tiros, café, anistia e “guerra” dos bonés; a abertura do ano no Congresso em imagens
Edson Sardinha
Davi Alcolumbre e Hugo Motta em momento de descontração. Foto: Lula Marques/ABr
Salva de Gala, 21 tiros de canhão, feita pelo 32º Grupo de Artilharia de Campanha (Bateria Caiena). Foto: Pedro França/Ag. Senado
Alcolumbre passa em revista ao Grupamento de Fuzileiros Navais, tradição que remonta ao Império. Foto: Pedro França/Ag. Senado
Presidente do Congresso, Alcolumbre acompanha hasteamento da bandeira nacional. Foto: Geraldo Magela/Ag. Senado
Hugo Motta e Davi Alcolumbre em tapete vermelho a caminho da sessão solene de abertura do ano legislativo.. Foto: Pedro França/Ag. Senado
Ministro Alexandre de Moraes, à direita, conversa com o procurador-geral Paulo Gonet. Foto: Waldemir Barreto/Ag. Senado
Da esquerda para a direita: Carlos Veras, Paulo Gonet, Luís Roberto Barroso, Davi Alcolumbre, Gustavo Sabóia, Hugo Motta e Rui Costa. Foto: Saulo Cruz/Ag. Senado
Davi Alcolumbre e Hugo Motta em momento de descontração. Foto: Lula Marques/ABr
Bonés contrastam com solenidade da sessão de abertura do ano legislativo. Foto: Kayo Magalhães
Rui Costa entrega a Davi Alcolumbre e Hugo Motta mensagem do presidente Lula. Foto: Geraldo Magela/Ag. Senado
Plenário ficou lotado para a abertura do ano legislativo. Foto: Saulo Cruz;/Ag. Senado
“Sem anistia”, gritam parlamentares. Foto: Jefferson Rudy/Ag. Senado
Os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do Supremo, ouviram gritos de “sem anistia” no plenário da Câmara. Foto: Saulo Cruz;/ABr
O presidente do Supremo, Luis Roberto Barroso, na abertura do ano legislativo. Foto: Saulo Cruz/Ag. Senado
“Picanha do Mito” e “Nem Café”: oposição usa produtos alimentícios para criticar o governo. Foto: Pedro Sales/Congresso em Foco
Oposição distribui pacote de café para destacar carestia. Foto: Jefferson Rudy/Ag. Câmara
Na “guerra dos bonés”, um dos recados da oposição. Foto: Saulo Cruz/ABr
Parlamentares de oposição protestam contra preço de alimentos. Foto: Jefferson Rudy/Ag. Senado
Líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues distribui bonés em plenário. Foto: Jefferson Rudy/Ag. Câmara
A deputada Jack Rocha e a senadora Teresa Leitão exibem seus bonés. Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
Deputados e senadores governistas usaram bonés coloridos em resposta ao boné vermelho usado por políticos brasileiros em apoio a Donald Trump. Foto: Pedro Sales/Congresso em Foco
Passe a seta para ver, acima, um resumo da sessão de abertura das atividades do Congresso em 2025.
A abertura do ano legislativo no Congresso Nacional, nesta segunda-feira (3), foi pródiga em simbolismos e imagens plásticas. A salva de 21 tiros de canhão, uma das principais honrarias oferecidas aos chefes dos Três Poderes desde o início da República, abriu a solenidade, com direito à execução do Hino Nacional, hasteamento da Bandeira e tapete vermelho para recepcionar os novos presidentes da Câmara e do Senado, principais estrelas do dia.
O presidente Lula não foi, mas enviou seu ministro da Casa Civil, Rui Costa, para entregar a mensagem presidencial, com feitos e promessas do Planalto para 2025. Embora sua presença não fosse obrigatória, o petista teve sua presença reclamada pela oposição. “Lula, cadê você? O povo tem fome e não tem o que comer”. Em resposta, governistas então entoaram o grito “sem anistia”, sob os ouvidos atentos dos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, que acompanharam o evento juntos.
Governistas e oposição trocaram provocações com bonés coloridos, que contrastavam com o tom solene da sessão. Ainda no embalo da improvável aliança que elegeu nas eleições do Congresso, PT e PL conviveram democraticamente. Pacotes de “Nem Café e “Picanha do Mito” voavam de mão entre os oposicionistas, que usaram o preço elevado dos alimentos para protestar contra o governo. Sobre a cabeça de petistas e aliados próximos, a mensagem de que “o Brasil é dos brasileiros”. À vontade no cargo que ocupa pela segunda vez, um bem-humorado Davi Alcolumbre (União-AP) contagiava com sorrisos e gargalhadas o novato Hugo Motta (Republicanos-PB), o mais jovem presidente da Câmara, de 35 anos. 2025 promete.
Agradecimento especial aos fotojornalistas da Agência Senado e da Agência Brasil e ao repórter Pedro Sales, do Congresso em Foco, autores dos flagrantes acima:
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